Lutar pelos direitos humanos não deve ser uma opção. Deve ser uma missão, um dever, um imperativo da consciência. Não existe nada mais urgente que promover a dignidade de todos os homens e mulheres do planeta. A interdependência dos povos e nações longe de criar uma aparente fragilidade aponta para um maior engajamento no projeto de uma nova ordem mundial. As comunicações prestam um ótimo serviço aos cidadãos do mundo: ficamos sabendo em que frentes somos chamados a lutar. É inescapável ter uma causa maior que conceda um sentido à vida. Muito há por fazer. Instituições como a ONU, a Anistia Internacional, a America Watch e centenas de outras, não tão vistosas e bem aparelhadas quanto estas, estão a demandar corações e mentes compromissados com o futuro da espécie. Ora, ora, quando compreenderemos que temos todos nós… um destino comum a partilhar?

One Response so far.

  1. Ana Rosa Mota disse:

    Sim é possível, porém temos de começar em nós a mudança, pois sempre é como se faz, vive, sente etc, e ñ o quê!!!! Depois com colabodorismos expandir ao nosso meio social e assim sucessivamente, ok!


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