Wall Street responde pela agenda planetária?

Tudo o que se lê, ouve e vê na mídia tem sempre algo relacionado à crise financeira mundial. A cada momento um novo setor da economia deste ou daquele país, seja na Europa ou na Ásia, parece estar ruindo. Agora vejo as ovelhas indo literalmente pastar nas cercanias da torre Eiffel, o principal cartão postal de Paris. As ovelhas ilustravam o protesto dos agricultores franceses por subsídios governamentais. George Soros o emblemático financista dos tempos pós-modernos foi enfático: “Vem por aí uma profunda recessão mundial.” Assim, aos solavancos nos deparamos com um mundo desestruturado justamente na área considerada a mais sensível nos dias de hoje: o bolso do planeta. Muita água ainda vai rolar e também inúmeras soluções serão apresentadas até que possamos respirar com relativa tranqüilidade. É lamentável que toda a agenda do planeta esteja restrita ao que sobe e desce nos gráficos, cada vez mais avermelhados, de Wall Street. Uma pausa para reflexão sobre o ponto de desenvolvimento autofágico a que chegamos e que espécie de modelo econômico precisamos construir parece ser a melhor pedida. Aguardemos os próximos dias…


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