Batman vs Superman: Questões éticas na tela

Assisti mais um da DC Comics: Batman vs Superman. Lembre que o primeiro não voa. E que tem o Jeremy Irons como o bom mordomo Alfred, tem a Holly Hunter como senadora e, tá bom, atua o Ben Affleck como o morcego.
Há uma cena que lembra até a obra Pietà de Michelangelo; antropologia é outro tema abordado no filme, discussão séria sobre o que é ser um ser humano, caindo para uma discussão ética, sobre como se comportar por aqui, neste planeta. Uma boa discussão sobre se o homem é mal por natureza ou a sociedade que o corrompe (Rousseau versus Hobbes), enfim, o filme caminha por diversos campos do conhecimento. Lois Lane tem duas falas que considero certas, certíssimas:
1. > “As pessoas odeiam o que elas não entendem”. (Daí a necessidade da constante e independente busca da verdade, esteja onde estiver,)
2. > “Mas elas veem o que você faz e sabem quem você é.” (Daí que as ações transcendem. Mpério das palavras, vocé é o que você faz e não o que você fala ou diz que é. Melhor: a árvore se conhece por seus frutos.)
Ainda mais, uma boa atuação do Lawrence Fishburn (o Morpheus de Matrix) na pele do redator-chefe do Planeta Diário, Perry White. Uma boa sacada foi conectar duas cidades, dois estilos de vida, duas formas ee enfrentar a crimnalidade: Gotham City (que desde sempe me remete a Chicago atual) e Metropolis (com certo jeitão de qualquer cidade grande como São Paulo, Berlm, New York).
O enredo mostra-se frouxo: muitos fios desencapados para um filme só. Mas, surpreendo-me, o filme está valendo. Ah, o Clark Kent mostra-se com pouco brilho, parece vegano (sim, mas nada contra os feganos hehe), opaco, obtuso. O Affleck devia se contentar com o Demolidor. Como Batman não leva jeito. Bruce Wayne é sofisticado, inteligente, tem pedigree no mundo das Comics. A entrada da Mulher Maravilha no filme é o fim da picada. O Lex Luthor é um simulacro do histérico Pnguim. E o ator é uma mistura do Mark Zuckerberg com o Paulo Ricardo no auge da RPM.
Agora um spoiler filosófico: O homem é bom por natureza, tem um sentido espiritual ao qual dirigir sua existência. E é como “uma mna rica em joias de inestimável valor”. É a educação que fará toda a diferença, qual esmeril a lapidar a pedra bruta do ser. E, suma vez lapidado, “poderá revelar todas as suas potencialidades”.


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