815 milhões de pessoas passam fome no mundo
Cerca de 815 milhões de pessoas passam fome no mundo, acaba de alertar o Instituto de Pesquisas sobre Políticas Alimentares, uma organização com sede em Washington.O Instituto, que divulgou seu Índice de Fome Global, também alertou que 127 milhões de crianças sofrem com insuficiência alimentar no mundo. O índice mostrou que os problemas são mais graves nos países da África subsaariana. As dez piores posições do ranking são ocupadas por países dessa região. Outro traço comum entre eles é o histórico de guerras civis ou conflitos violentos, afirmou o relatório. Na América Latina, o Haiti tem problemas “alarmantes” nessa área, de acordo com o indicador. “Conflitos armados agravam o problema da fome para além do seu impacto no desempenho macroeconômico dos países: combatentes frequentemente usam a fome como uma arma de guerra, cortando o fornecimento de alimentos, submetendo populações ‘inimigas’ à inanição, e capturando ajuda alimentar destinada a civis”, afirmou o relatório. No entanto, afirmou o relatório, “na maior parte da Ásia onde a Revolução Verde aumentou o fornecimento de alimentos, a fome e a desnutrição estão em queda desde os anos 80”.

11/01/08 às 12:33
Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna
Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?
19/02/08 às 9:32
A Favelização das Metrópoles
Por Luiz Domingos de Luna 19/02/2008
Com essas políticas públicas que somente funcionam para: via uma mídia crédula, logo, logo, teremos uma pequena metrópole cercada por uma grande favela em todas as regiões do Brasil.
As metrópoles brasileiras não estão crescendo, mas sim, inchando; logo teremos uma grande favela com uma pequena metrópole no centro. Tudo isso se dá graças à falta de políticas públicas sérias em benefício da sociedade. O Êxodo rural, o desemprego, uma educação caótica, uma saúde em UTI, uma infra-estrutura em frangalhos. Toda solução mágica é puro paliativo. Porém, enquanto não se tiver a consciência plena de que o conjunto estando bem todos estão bem, ou seja, que o patamar da mediana da sociedade é quem define o bem estar coletivo. Todo o corpo social, sofre, se abala e chora.(Comente)
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19/02/08 às 9:44
O Brasil precisa de segurança plena: È direito do Cidadão e dever do Estado.
Por Luiz Domingos de Luna 19/02/2008
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Enquanto a impunidade, o desemprego, a corrupção, o descaso, a falta de seriedade assola o pais como um fogo abrasador em todas as direções “uma besta fera louca”, nós brasileiros assistimos toda esta paisagem social caótico estupefato e sem nada poder fazer, é uma situação horripilante, pois senão vejamos: os nossos detentos que deveriam ser cuidados pelo estado, numa política de ressocialização e em respeito aos direitos humanos e no cumprimento da sua pena especifica, como determina a lei. Mas não, tudo vira uma bagunça generalizada presídios superlotados, pelo visto, o detento está mais seguro nas ruas do que dentro da própria cela. O Vandalismo imperara nos corredores e nos pavilhões da miscigenação de presos, formando assim, uma verdadeira escola do crime. Não é a toa que os grandes grupos organizados do crime nascem dentro de presidios e com certezas outra célula de ataque a sociedade são embrionalizadas dentro da própria casa de detenção. Ainda assim o Estado procura o culpado? Ora, se o próprio estado não oferece as condições mínimas para o bem estar da população carcerária, como é que este pode oferecer segurança à população? Precisamos urgentemente de um plano nacional de segurança plena, é um direito do Cidadão e um dever de do Estado; pois O caos que nós estamos presenciando é fruto de um estado gastador, que gasta mal, não planeja suas ações, não tem uma preocupação em assistir as comunidades carentes. É um estado que trabalha bem, mas trabalha bem para os interesses dos monopólios, oligopólios financeiros, para os grandes mercados de capitais, é um fomentador do fogo do capitalismo selvagem que forma duas forças antagônicas na sociedade os ricos e poderosos a serviços dos interesses do capitalismo e os ricos de nada, ricos da miséria, do descaso da violência, assim, estamos formando a bomba que dilacera a sociedade os vencidos e os vencedores. os heróis e os bandidos os pobres e os ricos. Quero ver é quando estes dois mundos diferentes resolverem prestar contas, ai sim, já é tarde demais. E Ai ficará a pergunta por que não fizemos algo quando ainda existia solução?
19/02/08 às 9:53
A GLOBALIZAÇÃO DA MISÉRIA
Por Luiz Domingos de Luna 19/12/2007
A GLOBALIZAÇÃO DA MISÉRIA
“As empresas estão investindo maciçamente na alta tecnologia de ponta, pois, assim elas aumentam a margem de lucro ao tempo em ficam mais enxutas e modernas para enfrentarem a globalização.”
Todo este palavreado não passa de um eufemismo enganador e cruel, o que está acontecendo de verdade é uma política empresarial globalizada norteada na concentração de capitais e na demissão involuntária. Os operários estão sendo colocados no olho da rua por conta de uma crueldade empresarial de cortar coração, pois senão vejamos: nas pranchetas dos construtores desta política excludente do capitalismo selvagem já estão programados os postos de trabalhos de?Hoje ou ontem? Ocupados pelos trabalhadores e que serão substituídos ou tungados pelas novas tecnologias. Essa massa operária é jogada no olho da rua como animais, assim como os escravos na época do período colonial. E o pior, enquanto o operário pensa que seu posto de trabalho foi extinto por uma fatalidade, por uma evolução dos tempos, pela modernidade, outros milhares de trabalhadores já estão tendo nas mesmas?Pranchetas? A exclusão premeditada da substituição do atual trabalhador pela alta tecnologia de ponta. Mas por que isto acontece? -Porque vivemos no terminal de um capitalismo excludente, selvagem, opressor onde o capital se concentra na maioria da?Minoria privilegiada? Que não pensa no bem estar social, na tecelagem humana, no bem estar da coletividade, mas apenas nas suas margens de lucro que devem aumentar diariamente, se a margem não aumenta, o corte de pessoal faz aumentar. É uma equação financeira que conspira contra o trabalhador, o operário honesto. De tanto trabalhar para a empresa, de tanto viver a empresa, coitado! Esquece de si mesmo e quando for pensar em sua vida já está no olho da rua. O Que fazer com essa massa operária que está sendo expulsa dos seus postos de trabalho, simplesmente porque ele não existe ou deixará de existir em pouco tempo. O Estado tem uma política de integração de emprego para estes excluídos pela força bestial de um capitalismo devorador de operários probos e honestos? Ou se vai colocar a culpa na fatalidade? -Comente.
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19/02/08 às 10:11
Mamata da Burguesia Latina Americana
Por Luiz Domingos de Luna 18/02/2008 às 18:33
Enquanto estes comandantes togados, nos fóruns do capitalismo selvagem, determinam o destino do povo, as células de ataques à sociedade são preparadas dentro dos próprios presídios pagos para defender a sociedade, na política elitista do paradoxo. Até quando?
Enquanto estes comandantes ficam nos gabinetes dos fóruns internacionais, montando um circo para o povo, sem nenhum compromisso com o desenvolvimento social, ao invés de denunciar as mazelas sociais que assolam a América latina, como: a caótica situação carcerária, o desemprego, violência, falta de moradia, educação esfarelada, estradas de buracos, problemas energéticos graves, saúde em UTI - Febre amarela, nós ficamos como tupiniquim, assistindo a este teatro de reis e toda sorte de uma elite arraigada e encastelada no poder, vivendo nas tetas da mamata eterna do estado. Muitos destes, já se confundem com o próprio estado, enquanto nós, simples brasileiros, humildes, não temos dignidade, trabalho, emprego, teto e ainda temos que assistir a este circo da hipocrisia de um poder voltado para uma elite envernizada no próprio poder. Um poder dinástico, numa elite eterna… E nós, simples telespectadores? - Com certeza.
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19/02/08 às 10:17
Cadê o Conselheiro da Miséria Sertaneja?
Por Luiz Domingos de Luna 19/01/2008
É um grande paradoxo a questão fundiária no Brasil, quando na verdade é um problema que nem deveria existir, pois nós somos um país de dimensão continental, somos um gigante pela própria natureza, não sei até quando o Brasil vai conviver com esta política de muita terra nas mãos de pouco, enquanto a maioria que trabalha e tira o seu sustento não a possui, trabalha a vida toda na terra no famigerado?”Trabalho de Alugado”. Dá uma grande tristeza em saber que os grandes latifundiários neste país vivem apenas engordando seus bois e seus bolsos, participando de leilões, na especulação das bolsas de valores, enquanto umas legiões de miseráveis da zona rural são excluídas da terra, digo melhor estes pobres agricultores, já foram expulsos de uma vida digna, da cidadania, da falta de teto, e da inclusão social, são tratados como delinqüentes, como pode? O homem que é a base da cadeia econômica mundial ser tratado como um monstro?. Que estado é este onde os traficantes perambulam nas ruas distribuindo drogas, fomentando a prostituição, a violência, muito policia, inclusive, {Corruptos}, participando dessa ação nociva à vida em sociedade. Veneno que destrói, e dilacera o tecido social, já bastante fragilizado pela corrupção, pelo centralismo político, pela inoperância, pelo marasmo, pela despreocupação com as massas desfavorecidas, vitimas de um capitalismo selvagem e excludente. Até quando teremos que suportar a ação repressora de policiais com seus cães fareja dores de miserável-agressão gratuita-, humilhar e violentar estes pobres excluídos: de oportunidades, compreensão da lógica existencial humanitárária, da vida, da sociedade e do mundo.
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19/02/08 às 10:23
O Estudante projeta o que vive, Ele é um ser social
Por Luiz Domingos de Luna 26/12/2007 às 12:50
Qual a motivação para o estudante brasileiro? Todo dia ele consome a bomba da
realidade desumana e cruel em que vive, Estado inepto, corrupção escancarada,
políticos corruptos impunes, violência nos presídios, os fortes matando e
subindo em cima dos fracos, os honestos vivendo no paraíso da miséria da
chateação e da cobrança. - O Que foi que tu ganhaste com esta tua honestidade?
- Esta honestidade serve para que mesmo? Enfim, estamos vivendo uma época da
inversão de valores. Neste terreno fácil, do mundo fácil, pela queima de etapas
via o caminho clandestino da malversação ridícula de uma política que beneficia
o palhaço, o espertalhão, o garanhão, o sabichão e aos… E pune os
honestos, os cidadãos, os barnabés, os homens de bem, é uma polícia muito
interessante, contanto que não se espere muito da aprimoração intelectual da
sociedade, principalmente, da classe estudantil. Primeiro: o estudante está se
questionando vale a pena estudar tanto para ganhar tão pouco? Vale a pena ser
um doutor para viver no meio dos oportunistas? Vale a Pena ser um construtor
social no meio dos espertalhões? Vale a pena ser um barnabé para ser vaiado
pelos gaiatos de um capitalismo selvagem que somente beneficia os que só servem
para ser garotos ou garotas de marketing de um capitalismo excludente e que
luta incansavelmente para manter a juventude alienada. Quando o aluno faz
greve é logo taxado de oportunista, idiota. O Que esperar da classe estudantil
quando “os sem diplomas” são os grandes diplomados na arte de concentrar
capitais, poder, prestígio, dinheiro e lucro fácil. Os Estudantes devem
realmente passar por uma crise ou “uma bomba de realidade tão forte”, tão intensa,
que estudar já não é tão importante pelo menos no momento atual. Mas a qualquer
momento esta realidade triste da existência em que se vive, pode ser mudada, ai
sim, deveremos investir no “ser”, através do estudo da prática do bem comum, da
ética, do respeito, do compromisso com a sociedade, com o Estado, com a família.
Afinal “o ter” passa, porém, - O SER é Eterno.
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19/02/08 às 10:31
A Farra nunca termina ?
Por Luiz Domingos de Luna 12/02/2008 às 12:21
Enquanto se torrar o dinheiro público num natal que dura um ano inteiro. Sobra farra, sobra cartão, e torra dinheiro. O Capitalismo selvagem nas mãos dos farristas do carnaval do ano inteiro.
Os Cartões
Senhor, preciso de sabedoria.
Na minha comunicação
Não posso corromper minha nação
Com a minha farra ou alegoria
Destruir a luz da democracia
Festejar um natal que passou
Um gasto se desperdiçou
Na construção da cidadania
Não posso ser cupim
Nem a ferrugem do aço
Pois cada desação que faço
Prejudico a todos e a mim
Que eu tenha responsabilidade
E lealdade com minha nação
Que eu somente use o cartão
Para o bem estar da sociedade
A Podridão da ganância
È a arma do fraco ignorante
A força do ser pensante
Nas mãos da história
Já foi colocada
Que eu leia no cartão
Não roubou
Não deixou roubar
Não torrou
Não deixou torrar
A história de uma pátria
Que está sendo edificada.
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19/02/08 às 10:36
O Concreto Armado do Capitalismo Selvagem
Por Luiz Domingos de Luna 12/01/2008 às 11:00
Enquanto nós brasileiros pagamos honestamente os nossos impostos, políticos inescrupulosos se aliam aos empresários, donos de grandes empreiteiras para construírem edifícios de areia. Que servem somente para mostrar, o descaso, a inoperância, a incompetência de um estado que gasta muito e gasta mal. Até Quando? / Quando esta violência contra o povo brasileiro, terá enfim, um fim?
Não podemos ser um país de faz de contas, pois é muito prejuízo, primeiro uma política urbana elitista, voltada para o bem estar dos grandes empreiteiros, segundo superfaturamento de obras, terceiro prédios feitos com material de última classe, após a burocracia e o torramento do dinheiro público, finalmente o prédio é erguido com material de péssima qualidade quando a estrutura física já da sinais de queda, uma porção de miseráveis sem ter onde morar vão tentar viver no local que foi o canteiro do desperdício do dinheiro publico. É uma vergonha nacional são chutados, como vagabundos ou drogados, sem nenhum respeito ao ser humano. Qual a serventia destes prédios superfaturados? Uma estrutura rachada vai servir para que? Porque os sem tetos não podem ocupar a sobra de um estado gastador e gastador de péssima qualidade. Até quando temos que suportar este descaso. Cadê a política de moradia voltada para o bem estar do homem simples e humilde. Chega de Demagogia barata. O País precisa de seriedade. E Principalmente respeito para com os mais humildes e que são apenas subproduto de uma política voltada para o bem estar dos grandes capitais
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19/02/08 às 10:40
O Homem é o Lobo do Homem? Não.
Por Luiz Domingos de Luna 15/01/2008 às 13:23
Enquanto nós, seres humanos, não tivermos a consciência plena de que a sociedade é, foi e sempre será um conglomerado humano heterogênico e que devemos respeitar toda existência humana, seja minoria ou maioria, compreender as opções individuais, orientações sexuais, as manifestações de opiniões, a liberdade de opções, enquanto não pararmos com o uso de adjetivos desqualificativos de escolha, grupos étnicos, religiosos e outros, nós jamais teremos uma mente aberta para o convívio pleno da paz social, da harmonia e do bem estar coletivo. O Tempo usado para denegrir a própria espécie humana, seja fenótipo ou ideológico deveria ser substituído, por um tempo útil, ou seja: por uma política universal do bem estar da humanidade, pois um choque de civilização, de cultura, de ideologia é um mal que vai prejudicar a todos, em um só tempo, em todo tempo, pois é uma semente de fogo abrasador que coloca o homem contra o próprio homem e em nada colabora para o convívio dos seres humano na esfera maior - Planeta Terra.
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19/02/08 às 10:43
A Bomba Quimica do pão nosso operário
Por Luiz Domingos de Luna 23/01/2008 às 10:45
Com o advento do crescimento do capitalismo selvagem toda sorte de mazela vem assolando o já frágil convívio do tecido social planetário. Pois à medida que cresce a tecnologia, diminui o campo de trabalho, obrigando os seres humanos a ter uma vida ao ritmo das máquinas, isto vem trazendo inúmeros prejuízos para a convivência dos seres humanos. A adaptação desta selvageria da modernidade e da concentração de renda, pois, senão: vejamos as pessoas hoje em dia não podem escolher o seu cardápio, ou ter um momento para as refeições. Na falta disto, vão se alimentar nas grandes cadeias Capitalistas de distribuição de alimentos que oferecem às pressas, -refrigerante com hamburguer- feitos tudo a base de gordura saturada e colesterol, além da alta taxa de glicose, razão esta de está aumentando em forma de progressão geométrica os casos de crianças com problemas cardíacos, diabetes, e outras mazelas como o stress depressão e outros. Os seres humanos não são máquinas, não podem responder o interesse dos grandes mercados de capitais com subserviência, com a pressa, com a falta de horário para alimentação. Estamos entupindo nosso organismo de colesterol, triglicérides e glicose. Iremos pagar um preço alto pela ingestão de alimentos degrada dores de nosso próprio organismo, bem como, iremos criar uma geração de obesos, porque não dizer de crianças obesas, stress, depressão. Tudo isto para nutrir a ganância dos imperialistas de um capitalismo que distrai e destrói a vida dos seres humanos.
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19/02/08 às 10:46
O Tempo Real Existe ?
Por Luiz Domingos de Luna 09/01/2008 às 12:28
O Tempo real existe? Se existe, porque não fazemos algo, agora; Para que a próxima geração possa sentir orgulho de nós que fizemos o possível para eles possam receber um mundo melhor do que o nosso.
O Tempo
Luiz Domingos de Luna
Em um canto caído
O mundo a girar
A vida a passar
Encantos sofridos
Corpos envelhecidos
Suaves serenatas
Existência ingrata
Onde queres chegar?
Pisando a paisagem
Em uma passagem
Sempre a moldar
Com sua influência
Queima a paciência
Quem vai desvendar?
Um novo dia
O sol já raiou
O momento passou
Não vai mais voltar
Do silêncio ao ruído
Num canto perdido
Do universo a girar
Vai-se perguntando
Cantando ou chorando
Onde queres chegar?
Dor desmedida
Dúvida da vida
De o mar serenar
Ficou a história
Em nossa memória
Teima em passar.
Assim, meu irmão
faça algo
pela sociedade
que fica a esperar
a sua contribuição
para uma nova nação
vamos edificar ?
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19/02/08 às 10:54
Faça algo pelo bem estar da sociedade
Por Luiz Domingos de Luna 03/01/2008 às 10:46
É urgente que a sociedade humana pense em fazer algo pelo bem estar da coletividade{ dada a brevidade da vida}
Qual a mensagem dos tempos de outrora?
Se cada corpo já foi consumado,
ainda hoje está sendo transformado.
O modo do passado é o mesmo do agora.
A matéria se diz evoluída,
porque não vê o golpe da separação.
O lugar dos que foram é o mesmo
dos que vai
E assim a moda passa e fica a vida
É um estar na vida momentânea
que nos deixa e segue a caminhada
do passado fica só a malha armada
Para, que pena! - entrar os contemporâneos
As inteligências interrogam o mistério,
do mesmo modo que já foi interrogado
o futuro continuará a ser passado
os que chegarem, adotarão este critério
E o que se vê é uma fase removida
que cada um de qualquer maneira leva
não se fala se tem ou não reserva
e assim vai o remo e fica a vida.
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Luiz Domingos de Luna, professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel. José Leite, s/n Araçá, Aurora-Ceará. CEP 63360.000. TEL 8835433903
19/02/08 às 11:02
Ética, pelo menos para as crianças.
Por Luiz Domingos de Luna 05/12/2007 às 12:17
É chegada a hora de colocar nos currículos escolares a disciplina de ética, nas escolas, do contrário teremos uma geração da lei do Gérson, do vale tudo do mais esperto.
Já é chegada a hora de se implantar nos currículos escolares a disciplina de ÈTICA, principalmente para as crianças, pois a realidade apresentada é muito dura, quando o lamaçal da impunidade, da corrupção e da inépcia do Estado, vai se configurando na mente da criança {de que tudo isto é normal}. É a lei do mais forte, É a lei do Gérson; Isto com certeza é um agente desmotivado para que as crianças busquem o aprendizado cotidiano e a responsabilidade social e partam para a conquista de uma mundo fácil, amorfo, e é neste clone da realidade que nos é apresentada, que nasce a naturalização das idéias, ou seja, achar que tudo é normal; por exemplo, pensar que a política é uma alcatéia de lobos humanos, que busca somente o seu bem estar e o de sua família. Achar que as políticas podem tudo, inclusive lesar o patrimônio público em beneficio próprio. Achar que neste país quem não rouba ou deixa roubar é um babaca. Achar que as garotas devem ser presas no meio de marginais para serem estupradas. Achar que os políticos corruptos nunca serão punidos. Para evitar esta visão naturalizada das idéias, nada melhor do que a implantação de ÈTICA para as crianças, pois quem sabe? A realidade pode mudar, e quando mudar? Salvaremos deste quadro amedrontador pelo menos as criancinhas.
Luiz Domingos de Luna, Professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra, rua cel. José leite s/n Araçá, Aurora-Ceará CEP 63360000 TEL 8835433903.
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19/02/08 às 11:08
Prepare A Vela, - O Monstro do apagão- já deu sinal
Por Luiz Domingos de Luna 14/01/2008 às 13:35
Enquanto neste país não existir uma política de coragem, determinação, garra para à frente de técnicos com competência específica na área, a resolver a problemática da infra estrutura;
Corremos o risco de continuar com os fachos na mão na procissão da estupidez, ignorância e nas trevas de uma política que ceifará a luz, embrionalizada há várias décadas e gastada no presente e no futuro ?
Com relação ao artigo Racionamento de energia? O Apagão da Imprensa, postado pelo jornalista Luciano Martins Costa, gostaria de fazer o seguinte comentário:
A questão da infra-estrutura brasileira, nunca foi tratada com seriedade neste país, pois sempre faltou uma política de longo prazo de”Planejamento da Infra-estrutura”, com determinação, tenacidade e gerenciada por pessoas com conhecimento específico na área, por outro lado, quando se trata da Energia elétrica, as usinas que fornecem para o Brasil, são na sua grande maioria em capacidade de abastecimento, hidroelétricas, portando dependendo sempre da água que é um bem natural, necessitando assim, de chuvas regulares pra o seu bom funcionamento. Como a sociedade já foi vítima de apagões. Considero importante a preocupação da imprensa, dos formadores de opinião e do povo em geral. Pois caso a fatalidade venha a acontecer, a sociedade já antevira as suas formas de racionamento. Com relação às soluções paliativas, o que o povo já está acostumado a presenciar, a problemática continuará a persistir, está-se apenas adiando o problema real. Enquanto neste pais não existir um política séria, competente, continuada de resolver a problemática da infra estrutura, tudo é possível acontecer. E O Povo sabe na sua simplicidade, que, se não plantar a semente e aguar com regularidade,com certeza não se terão frutos. É o caso do Brasil.
Luiz Domingos de Luna, Professor da E.E.F.M.Monsenhor Vicente Bezerra, rua Cel José leite s/n, Araçá, Aurora-Ceará. CEP 63360.000 TEL 8835433903
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19/02/08 às 11:17
Para que tanta Existência e tão pouca paz ?
Por Luiz Domingos de Luna 20/01/2008 às 10:32
Qualquer olhada para o universo se observa a grandeza infinita do Espaço/ tempo. Para que? Se nesta bolinha -Planeta Terra -tanto violência, fome, descaso, miséria, desorganização política, desagregação social, por tanto egoísmo no planeta se sobra existência no universo?
Universo em Ebulição
Luiz Domingos de Luna
A Razão derramada imponente
Espera a emoção ser filtrada
Um planeta sem enquadramento
Numa existência não observada
Nascimento das trevas e da luz
Luta de um perfeito alinhamento
São razões, emoções - pensamento.
Corpos girando em universo reluz.
Poder de uma grandeza infinita
Uma mensagem a ser decifrada
Quem percorre esta estrada
Sente a dor de quem grita
Porque derramada existência?
A razão não sabe contemplar
A emoção perdida a divagar
Na corrente de um sonho eterno
Em um tempo, a um só tempo
Poder, quem sabe um dia, desvelar.
Luiz Domingos de Luna, Professor da E.E.F.M. Monsenhor Vicente Bezerra, rua cel José Leite s/n Araçá, Aurora-Ceará CEP: 63360000. tel 8835433903
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2/04/08 às 11:30
Drogas.
Luiz Domingos de Luna
Entrando numa fila
Do claro ao escuro
Um quintal sem muro
Acaba-se a vida
Veneno entupidor
Do equilíbrio existencial
Onda sedenta do mal
Do martírio a dor
Ego dilacerado
Corpo viciado
Dependência doentia
Vida de agonia
Prazer que mata
Distrai, destrói
Corrompe a alma
Cega o espírito
Assassina o ser
É o começo do fim
O fim que se vive
O fim que se irá viver?
11/04/08 às 12:07
O Professor Luiz Domingos de Luna aceita o repasse de suas poesias, porém não admite quaisquer tipo de contato. Pois seus trabalhos estão voltadados apenas para o engrandecimento da epistemologia genética.
11/04/08 às 12:24
O professor Luiz Domingos de Luna aceita o repasse de suas poesias, porém, em hipótese alguma aceita quaisquer tipo de contato, pois os seus trabalhos literários estão disponíveis tão somente com a finalidade de aumentar a epistemologia genética da humanidade.
14/04/08 às 23:04
Humano é que sois
Numa noite estrelada
Pedaços de vida
Não tem saída
No chão da calçada
Sem vestígio, sem nada
Tão pequenina
Garota menina
Morte agonizada
Qual o foi o martírio
De tão grande dor
Não tem mais amor
O último suspiro
Aonde chegamos ?
Onde vamos chegar?
Em quem confiar
É só desenganos
O convívio se esconde
É o monstro, o drácula conde.
Ou o novo monstro se esconde
Ou naturalização do mal
Senhor tende piedade
Livrai as criancinhas
Do ponto as linhas
Fugi da maldade
Um mundo ofegante
Com luz e com fé
Com alma humana
A força que emana
De uma civilização
Exclui o ódio
A monstruosidade
O poder da maldade
Semeai a luz !
Em todos os corações
18/04/08 às 22:59
Menina de Luz !
No túnel do tempo
Os arranjos a rondar
Em um mundo a rodar
Na dor do momento
É hora de pensar
Os novos arranjos
Ou então mais anjos
O preço a pagar
Qual o defeito?
Da imantação
Em combinação
Que não vai fechar
Sofre a menina
De uma, psicologia assombrada
Duma ligação quebrada
De sonhos caídos
O Íntimo do ser
Que não vai untar
Uma união que não une
Que teima em quebrar
Quem acredita chora
Não tem simplicidade
O psicológico arrasado
E o mundo evapora
Um anjinho subindo
Um mundo sumindo
Não tem mais amor
Cuidai senhor!
Da mártir da hipocrisia
Da força doentia
De um amor enganador
Subiste ao céu
È o seu atesto
Um mundo desonesto
Rasgaste o véu
Derramai leite e mel
Nesta sociedade
Lama da maldade
O gosto do fel.
Foste o exemplo
Já se viu o fracasso
A fragilidade do aço
Da mente doentia
Foste sadia,
Sábia revelação
Da falsa união
Revelaste a hipocrisia.
23/04/08 às 11:34
Menina de Luz !
No túnel do tempo
Os arranjos a rondar
Em um mundo a rodar
Na dor do momento
É hora de pensar
Os novos arranjos
Ou então mais anjos
O preço a pagar
Qual o defeito?
Da imantação
Em combinação
Que não vai fechar
Sofre a menina
De uma, psicologia assombrada
Duma ligação quebrada
De sonhos caÃdos
O Ãntimo do ser
Que não vai untar
Uma união que não une
Que teima em quebrar
Quem acredita chora
Não tem simplicidade
O psicológico arrasado
E o mundo evapora
Um anjinho subindo
Um mundo sumindo
Não tem mais amor
Cuidai senhor!
Da mártir da hipocrisia
Da força doentia
De um amor enganador
Subiste ao céu
È o seu atesto
Um mundo desonesto
Rasgaste o véu
Derramai leite e mel
Nesta sociedade
Lama da maldade
O gosto do fel.
Foste o exemplo
Já se viu o fracasso
A fragilidade do aço
Da mente doentia
Foste sadia,
Sábia revelação
Da falsa união
Revelaste a hipocrisia.
28/04/08 às 17:15
porq nao tem afonte ai a pessoa vai fazer a pesquisa ai pede a fonte nao tem depois diz que e faculdade
30/04/08 às 23:13
A Mídia
Mundo maravilhoso
Formadora de opinião
Fonte de informação
Porta voz do povo
O seu erro é perdoado
Por que não teve intenção ?
Força viva da nação
Um fato interpretado
Liberdade de expressão
Da heterogenia social
A paisagem integral
Do mundo em evolução
Do povo soberano
O Estado de direito
Prefiro o defeito
A mordaça do tirano
Alimento da liberdade
Força da democracia
Tem poder e magia
É liga da sociedade
Mídia, povo e estado
Integração e harmonia
Luz de sintonia
A Beleza do separado
A junção do untado
Luz da democracia !
5/05/08 às 9:58
A Emancipação da Tigresinha
Luiz Domingos de Luna
Na caverna do grito
A pura opressão
À serviço do cão
Vida em conflito
Corrente de aço
Freio da civilização
Da beleza – a punição
Da suavidade - o pedaço
Poder de coação
Infligindo ao belo
Um mundo em farelo
Não tem emoção
Força da maldade
Criaste a ferida
A gaiola trazida
Leveza sem liberdade
Passiva e paciente
Um mundo a voar
Na tela a quebrar
A emoção consciente
Planeta continuado
Ao futuro povoar
Nos grilhões a chorar
O caminho trincado
Semente da preservação
Maltratada e dolorida
Julgada e oprimida
Não tem solução
A Lutar no tempo
Vencer o preconceito
Um simples direito
No véu do tormento
Casas e guerras
Que nunca termina
Luta genuína
O silêncio encerra
Abri sutileza – a mordaça
Deixa passar
Precisa caminhar
Liberdade da fumaça
A dona do tempo
Forma nova geração
Para que opressão
Tigresinha – O momento
9/05/08 às 14:01
Motor Primeiro das Discussões da Mídia Brasileira
Ler o observatório da imprensa é ler o Brasil conjunto “em partes o todo” ou “o todo em partes” considero o observatório da imprensa o palco vivo das discussões da mídia Brasileira, tem suas falhas, assim como qualquer instituição, mas o poder de debate do observatório é tão forte, tão coerente que a mídia tem melhorado muito com a presença do observatório, este filtro democrático, da mídia brasileira, responsável a meu ver, por uma mídia investigativa, séria, e o que é melhor, em constante aprimoramento. Participar do observatório da imprensa é ser um pedacinho do espírito livre e democrático que permeia a alma do brasileiro. Os 10 anos do observatório é a certeza plena de que neste tempo o Brasil,na suas páginas, sempre foi tratado com um país que dá certo, um país onde a democracia é o imperativo “Motor primeiro” para o cotidiano do povo brasileiro.
Luiz Domingos de Luna, Mestre de ordem, Ordem Santa Cruz forania de Aurora no estado do Ceará, aos 09 dias de abril,2008.
13/05/08 às 13:19
A Dimensão da Curva.
Ser simples como o vento
Sem orgulho ou vaidade
Sem presilha de saudade
O fazer do talento
Neste espaço
A arte derramada
A humanidade untada
A mansidão do aço
DNA do pedaço
Clone da existência
Parada!!! Penitência
Mel, fel, Melaço
Teima rima
Idéia quebrada
Vida aviltada
Polidez, Lima
Floresta humana
Paisagem social
Ócio, diferente ou igual ?
Vida que emana.
Cadê vaidade ?
Tua força jovial
O Saldo é o sal
Felicidade?
Haja serotonina
A cor do batom
É quem dá o tom
Da vida que começa ?
Ou da que termina?
20/05/08 às 13:49
Diante do descaso com o meio ambiente, e por extensão para com o Planeta Terra, onde o poder de consumo dos seres humanos está acima da lógica existencial, “O homem como o grande construtor de desertos” e já disponível em literatura todo um “alertai” sobre as conseqüências desta agressão gratuita a biosfera, é que, disponibilizo o poema Planeta que Chora, para que, quem sabe? Esta forma de grito em defesa do meio ambiente possa ecoar nos mais diferentes recantos da bola, no momento azulada, mas que em breves dias ficará da cor agressão - poeira” marrom”, Praza Deus que, caro leitor, esta simples mensagem possa ser uma gota de otimismo no oceano da humanidade e um grão de areia no novo edifico que teremos que construir para a nossa sobrevivência, a consciência de que ainda não temos um novo planeta para destruir e/ ou / preservar o velho habitat terrestre ou seremos expulsos, pois a natureza, não dá saltos, nem nós humanos podemos, saltar para trás.PLANETA QUE CHORA. LUIZ DOMINGOS DE LUNA Reflito sobre a vida, sobre o mundo rotativo, do universo exuberante, da beleza do ser pensante,do mundo mágico criativo. É o solo, é a existência roída, de um planeta que chora, exaurido.De uma fumaça de gás cumprimido.De um berço que faz sentido.De uma paisagem destruída que teimo em desfrutar, a reta um ponto vai ficar, o fim, o começo a externar. O espaço a gritar. O ambiente somente? A água. A selva? O mar ?E nós humanos ?O planeta chora, A inteligência ignora? Onde iremos morar? Sem terra, sem piso, sem ar sem fogo, sem água, sem mar?Por que a poluição ?O farelo da destruição O lixo cultural ?O rio é um esgoto, O mar está morto. O ar é aborto de quem quer abortar,assim, volto ao pó. Não tem reciclagem é uma viagem, mas viajo só? Luiz Domingos de Luna, Mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz – Penitentes- forania de Aurora no estado do Ceará, aos 20 dias do mês de maio,2008-05-20Email:deuteronomioarte@ig.com.br
URL: http: revistaaurora.com
21/05/08 às 13:47
Os Trabalhos do Professor Luiz Domingos de Luna /Poesias/, aqui, postados. “Autoriza-se o repasse para outros veículos de difusão da arte literária, vedado portanto, quaisquer tipos de contatos com o autor,pois, a finalidade única é o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade.” Ao repasse, favor citar a fonte.
27/05/08 às 10:13
Lute Por uma sociedade coerente
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaurora.com
Nós que nos aprofundamos nas leituras de jornais, revistas, livros, muitas vezes varamos noites pesquisando a história do dia a dia da formação de nossa sociedade, com sangue suor e lágrimas, estamos diariamente, dando a nossa contribuição para o aprimoramento educacional e intelectual de nossa gente. Esta profissão de fé é uma entrega total, a continuidade, ao zelo, pelo Estado Democrático de Direito. A democracia é um imperativo para que possamos quebrar as arestas dos males presentes e construir um país, onde as brechas que originam os tumores sociais sejam de fato, sanadas ou fechadas, porém compreendo que o fatalismo, a naturalização das idéias pessimistas, o pensar que estamos diante do caos, em nada colabora para a restauração de um novo espaço político. Dificilmente acrescentamos algo de novo ao espaço social ou político quando, fazemos criticas novas com costumes envelhecidos, com regras obsoletas, nós não podemos e não devemos se a palmatória do mundo, nem tampouco achar que estamos presos na gaiola do egoísmo concentrador, por que o nosso ponto de vista não é levado a sério, ou porque o mínimo lógico, o obvio não está sendo praticado, outrossim é relevante pensar que, vez por outra, passamos por momentos delicados com relação a costumes e valores éticos, mas renunciar a nossa cidadania, alimentar o ódio, ou rancor quando a paisagem sócio política não corrobora com as nossas aspirações, isto não deve ser motivo de desilusão, fracasso ou derrotismo gratuito,pois em nada colabora para o bem estar da espécie humana enquanto aglomerado social. Penso que o Brasil é um manancial de problemas, pois basta ver as suas dimensões continentais, e nossa história é toda baseada numa colonização escravocrata, e mais do que isso, dogmática e maniqueísta, é preciso que tenhamos essa compreensão para entender que o processo cultural, político, religioso, não é feito de forma abrupta e tem uma duração efêmera, É dever nosso, compreender que a harmonia entre o Estado e a Sociedade é algo buscado pelo homem desde o surgimento do homem na era cenozóica, no período do pleistoceno. Assim compreendo que a humanidade tem dado inúmeros saltos positivos no aspecto da convivência com seus pares. Assim, urge a necessidade de saber que as futuras gerações carregarão nas costas os nossos acertos, ou os nossos erros, que logo serão incorporados ao processo cultural que levarão muitos anos para serem modificados, pensando desta forma , creio que a nossa função é procurar aprimorar o nosso espaço cultural, social e político com a base epistemológica conseguida com tanta dor e sofrimento pelos nossos antecedentes.
27/05/08 às 10:38
INFRA-ESTRUTURA EM SUCATA
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
É muito importante para a sociedade problematizar assuntos pertinentes a política, a economia, enfim ao dia a dia do convívio social, na interação e na busca de soluções para problemas que vão surgindo com o aprimoramento do processo democrático neste país. É na argamassa da fruição de idéias que vai se formando um Brasil com as tonalidades das aspirações do povo brasileiro.
É inquestionável que a força da democracia reside justamente no ponto da pluralidade de opiniões, com instituições saudáveis, com uma imprensa livre, onde a liberdade de expressão seja o farol para o desenvolvimento, intelectual, material, na formação do “todo orgânico” que visa o bem estar da sociedade brasileira como um todo.
Gostaria também que, com o mesmo afinco com que se questiona, se problematiza os problemas existenciais no momento presente, a noticia enfoco, o problema na ocorrência, também é de suma importância fazer um questionamento sobre a infra-estrutura brasileira; pois, penso que o desenvolvimento de um país passa a ser um fato real quando o estado oferece a sociedade uma infra-estrutura que contenha condições para o crescimento social em todos os seus aspectos, desta forma,compreendo que as veias básicas que irrigam o pulsar do ” eu” social estão no mínimo entupidas ou sucatadas, a nossa malha rodoviária que interliga o país hoje é um cartão de visita que envergonha qualquer brasileiro, e o pior é que, a situação, além de ser raramente questionada nos meios de comunicação de massa é um ponto para o nascedouro de um tumor maligno que em qualquer tempo pode parar o país, basta analisar a questão da saúde e vê que a situação é caótica, a educação ninguém nem se fala, e por ai vai, não quero dizer que a situação da problemática da infra -estrutura foi criada no governo atual, claro que não, quem não lembra dos apagões nos governos anteriores, com certeza são problemas antigos que exigem soluções novas, versáteis, urgentes.
Por que não tratar a problemática da infra-estrutura brasileira com seriedade? Se o Estado não tem condições de solucionar a problemática da infra-estrutura, por que não terceirizar?Entendo que é urgente a necessidade de uma política voltada com determinação, garra, tenacidade, na elaboração de medidas concretas para resolver de uma vez por todas a situação da infra-estrutura no Brasil.
Creio que este problema pertence a todos brasileiros, independentemente de ideologias, pois o bem comum beneficia a todos indistintamente, do contrário, iremos repassar para as novas gerações um país apodrecido dentro de sua própria malha básica na sua própria função de servir a sociedade. E Ai quando for descoberto que o estado falhou já é muito tarde.
27/05/08 às 10:47
Ao fazer a republicação( tabalhos acadêmicos, sites , blogs) dos trabalhos do professor Luiz Domingos de Luna, não contate o autor, porém cite: autor, obra e a fonte.
Atenciosamente,
Luiz Domingos de Luna
27/05/08 às 11:16
Miopia Humana
É um grande desperdício
Ao irmão discriminar
qual seja sua orientação
ou sua forma de pensar
pois quando eu externo opinião
espero me respeitar
mas como posso exigir isso
se não sei: ao outro tolerar?
precisamos entender
a heterogenia social
para não ignorar
a opção existencial
é o estilo do homem
de uma sociedade - a acelerar
chega de rótulos idiotas
de preconceitos rotulados
lutemos pela liberdade
harmonia da sociedade
e da vida só bem estar
deixai aos seres humanos
a sua paz,
liberdade
de ser,
de viver,
De pensar.
Pois todos somos iguais
na biologia molecular
fomos e somos
46 cromossomos.
compreenda as preferências
entenda as diferenças
para poder se respeitar.”
Luiz Domingos de Luna
27/05/08 às 11:16
Aurora, uma janela para o céu
Luiz Domingos de Luna
Pedi permissão ao tempo
Nas asas do pensamento
Voando vai minha ilusão
Pelos caminhos obscuros
Da minha história esquecida
Momentos de vida vivida
Na mais linda sedução,
Pois ainda em tenra idade
Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
Sonhei, lutei, na selva humana,
ganhei o meu troféu de herói,
construi minha cabana tenho o meu transporte
meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,
Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,
Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
Consegui o que queria numa luta bem renhida,
Luta que se renova no amanhecer a cada dia.
Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
Na janela da memória vivo a minha própria emoção
Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,
Em meu apartamento a lembrança me seduz,
Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,
Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
O apito do trem, as missas bem demoradas,
As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
De manhã a passarada num canto de louvação.
Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
Todos para a ABA numa inocência fecunda
Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,
Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.
Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.
27/05/08 às 11:19
A Dor da Memória
Luiz Domingos de Luna
Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Está-se nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz,
Sem agora.
Mataste a aurora
Do meu Coração.
30/05/08 às 22:37
O Poder
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaurora.com
Força de ação
Do bem ou do mal
Ponto temporal
Sociedade –Ligação
Da visão conjunta
O desenvolvimento
Luz do talento
Liga que betuma
Da visão individual
Dor que atormenta
A sociedade lamenta
O cheiro do mal
Sem o deslumbre
Compromisso na mão
Povo, cidade, nação
Sol, luz, vaga-lume
Quando o ego se projeta
Nasce o tirano
Não existe humano
Cinza que inquieta
A sociedade agonizada
Ferida cambaleante
A certeza do errante
Civilização estagnada
O poder é entre
Espaço tempo
Luta a todo O Momento
Entre, saia, sempre.
5/06/08 às 9:18
Esmerindo Cabrinha da Silva, O humanizador Musical de Aurora. Respirando a atmosfera artística e cultural de Cajazeiras/PB, pelas ruas, pelos espaços concretos e abstratos, assim, ao chamado de qualquer instrumento Musical, ao acorde do som, ao movimento dos dedos, ao ritmo da composição, a harmonia das orquestras; estava lá, sempre vigilante, sem pressa, doado por inteiro, imergido nas ondas sonoras. Navegando na simplicidade, na humildade, na entrega total, na missão intrínseca do seu ser, servir a sociedade na educação musical, num processo contínuo, burilando no mundo mágico de sua criação as letras sonoras que iriam libertar o homem das masmorras sociais, pois toda pequenez da matéria, era pulverizada por um conjunto harmônico de sons vibratórios, dando uma dimensão elástica do ser, na passagem temporal da existência; a cada nota, expelida pelo fito musical, um sonho, um desejo, uma vontade determinada de salvar a juventude das correntes de uma modernidade balofa. Gostava sempre de, em cada fonte, um ponto de um novo nascimento, não um nascimento ditado, sistematizado, na ordem, nas regras de conduta, mas no auto-nascimento, pois a cada músico, a possibilidade plena do encontro entre o ‘Eu íntimo’ e o som projetado. É incrível como cada discípulo de Esmerindo Cabrinha conseguia esculpir na alma a busca pela perfeição, uma perfeição sem cobranças, sem normas, sem lei, sem correção, feita apenas com o olhar silencioso, o olhar de quem acredita, de quem confia, era como se o olhar falasse ‘não se preocupe, eu estou do seu lado, você consegue, você supera, você chega lá’. Este débito musical dos alunos iniciantes sempre formava o paredão da ética, do compromisso, da vontade de acertar, da determinação de mostrar para si e para o mundo que aquele mestre não estava ali em vão, ou por um momento existencial efêmero, mas sim, para abrir horizontes para jovens que só tiveram uma única oportunidade na vida, a oportunidade de aprenderem com o Maestro Esmerindo Cabrinha da Silva, isto era tudo que os alunos possuíam. Eu mesmo, quando da chegada do maestro em Aurora, sempre atentamente, assistia às suas aulas, a sua didática me contagiava, pois não era apenas um professor de música, era muito mais, um humanizador, um construtor da cidadania, da ética, do respeito ao conjunto, e por extensão a sociedade, por que não dizer a humanidade como um todo. Os alunos de Esmerindo viam no maestro um instrumento afinado que tentava reconstruir o espaço único da alma humana, numa luta contínua contra as intempéries negativistas que sujam a história da humanidade. Da minha convivência com o meu mestre musical, edificador da natureza humana em linhas suaves, decodificadas ao brilho da harmonia, da melodia sonora, ficava sempre admirado com a sua despreocupação com a grandeza do mundo material, pois para seu Esmerindo, a riqueza do ser humano estava em projetar para o mundo um benfeitor musical e social, um humanizador, conseguir isto, parecia algo utópico, mas no carrossel do vendaval da existência, a marca de Esmerindo Cabrinha da Silva ficou timbrada para sempre, esculpida no interior de cada um dos seus alunos que hoje pavimentam nos mais diversos rincões deste país o celeiro de grandes músicos que envaidecem o seu Estado natal, Paraíba, e a sua amada e nunca esquecida, Aurora no Ceará.”
7/06/08 às 16:02
Alma de Cupim
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com.
Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência
Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem
Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana
A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos
Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim
Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim
Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim
13/06/08 às 23:33
Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.
Passeio Cósmico
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
Entre galáxias quentes
Quasares gigantes
Tudo tão distante
É tão diferente
Não tem gravidade
É uma queda de gênio
Não tem oxigênio
Estranha suavidade
O terror da matéria
Viva atrevida
Não tem vida
Do humano a miséria
Não tem cultura
Luz escuridão
Alma em aflição
É somente tortura
O medo grita
O silêncio calado
No mundo gelado
Sem terra e guarita
Há anos, ativo.
Vejo um ponto
Pare uma foto.
E ali que vivo
Um traço obscuro
Não parece uma bola
A câmera giratória
A terra procuro
Perdido no infinito
Leva-me de volta
De tanta viravolta
Sinto-me perdido
Que tal existência
Aonde vai me levar
Onde queres chegar
Só vejo a ausência
Nos confins um grito
Não sei decifrar
Mas vou escutar
E assim repito
Um barulho estranho
Parece um cano
A água derramar
Cadê gravidade
A tua humanidade
Para poder parar
Vejo-me girandoT
Eu mesmo falando
Onde vamos chegar
Tudo é mistério
Grande interrogação
È poder da matéria
Ou da criação?
18/06/08 às 22:33
Universo Paralelo
Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com
No palco da existência
Bilhões de combinações
Infinitas proporções
Da matéria a essência
O Universo unificado
Longe da imaginação
Entrar numa prisão
Por tempo determinado
Matéria não adaptada
A um tempo a correr
Na dependência sofrer
Corpo, a vida deixada.
É uma ida, uma volta.
É o estar, é o ser.
É o Poder, é o ter.
É uma reviravolta?
Entra numa dimensão
Do tudo - do nada nasce
É apenas um disfarce
Do nada, a terra, o chão.
É uma magia encantadora
Toda carne é morredoura
Sem ela, a imortal
Alma sonhadora
Na vida a vagar.
Uma compreensão
Uma explicação
Ninguém quer falar
Quem pode entender esta seta
Que a história inquieta
Teima em voltar
7/08/10 às 15:50
Ao meu querido netinho – Davi
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
I
Duas, vê filho, é meu neto
Seu Berço - ingazeiras
O cariri a esteira
Um Ceará ao afeto.
II
Na suavidade da vida
Sua história uma canção
Seu destino em construção
Seu ideal é guarida
III
Na grandeza da existência
Espinhos, flores, a contemplar
Em uma estrada a esperar
O sumo da essência
IV
São muitos horizontes
Varias possibilidades
A cada probabilidade
Estrada, caminho ou monte
V
Creio no seu discernimento
Acredito na sua direção
O direito a construção
De uma vida em andamento
VI
Vida, vela, veleja
Além horizonte uma cruz
Que também pode ser luz!
Ao tempo senhor, peleja
VII
O espaço a passos marcar
Seu avô sempre a compasso
Na firme abertura do aço
Uma nova história a timbrar
VIII
Aposto no tempo
Acredito em sua formação
Creio na sua educação
A luz, o conhecimento
IX
Na malha do mundo
Uma cela a ser quebrada
Luz e treva são apresentadas
Em questão de segundos
X
A Fé a iluminar
O facho da indecisão
A Vida em projeção
Da proa, no mastro a velejar.