O mar morto está abaixo da fortaleza de Massada. Em três diferentes anos, estive no Mar Morto. Para chegar lá, passamos por Jericó, observamos as bonitas e rechonchudas laranjas. Passamos pelo kibbutz de Ein Gedi, com seu grande número de pessoas idosas, vindas principalmente da Alemanha. Sempre termino me enlameando todo com a famosa lama extraída do mar. E, obviamente, como qualquer turista, providencio um jornal para ser fotografado “sentado” no mar. Realmente somos “inafundáveis” no Mar Morto. Toda sas vezes que lá estive, havia sol e vento ao mesmo tempo. E risos, alegria, um ajudando o outro a se encher de lama, todos geralmente desconhecidos, e também alguém se oferecendo para tirar a foto do recém-enlameado. Em 1998, foi a última vez em que mergulhei no Mar Morto. E passei um vexame. Hospedado no Hyatt Dead Sea Hotel, não havia me dado conta da placa advertindo para que não se mergulhasse nas piscinas com águas do Mar Morto. Mergulhei. E pior. Abri os olhos. Uma sensação muito maior do que a de desconforto foi a da falta de senso do ridículo.

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