Em Paris, assisti em 1988 à versão francesa do filme A Insustentável Leveza do Ser, não tendo mais de uma dúzia de espectadores na sala. Fui com um amigo a Versalhes. Caminhei pelos belos jardins, que combinam esculturas com gramados verdíssimos. Com as mãos nos bolsos, dissequei minha alma para um amigo. Trazia em mim o esplendor e todos os dourados apreendidos no Palácio de Versalhes.

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