Um belo jardim de Bahjí, na cidade de Akká, Israel, satisfaz meu anseio de serenidade. Os ouvidos parecem se encher com o som de passos lentos naquelas paragens. Esses passos conduzem-me àquele recanto de paz e de solidão cheio de Presença. É em Bahjí que uma alma cansada pode serenar, passar em revista os últimos anos da existência, fazer algumas contas que ficam entre o muito que o corpo e a mente exigiram e o pouco que se concedeu à maior das experiências da vida: o encontro da criatura com o Criador. Bahji evoca lágrimas de purificação e, naquela torrente de beleza e serenidade, nada se pode dizer, salvo a menção de que Ele é Uno.

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