O mistério da Esfinge desafia meus olhos, que buscam saciar-se com um pôr-do-sol que tenha o gosto dos milênios. Cairo combina a sensação do tempo que escoa coma da vida que permanece. Refletindo-se na areia, o sol parece outro e, como astro embriagado de tanta luz, já não consegue acompanhar a passagem do tempo. Cairo é a ampulheta que deixa passar séculos e milênios. O tempo sabe quando retornar a ampulheta à posição original, no momento em que o sol prepara-se para dormir.

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