Ocorre algumas vezes que encontro minhas pernas e meus pés conspirando, desejando que eu me perca em algum lugar. Falham vergonhosamente. Porque sei o desejar perder-se em Havana, castigada pelas ondas gigantes do Malecón, impregnada de antigos esplendores, contagiada com o ritmo da salsa, deixando escorrer em suas avenidas uma alma eternamente primaveril. Havana deveria sempre ser receitada para qualquer enfermidade do coração. É um bom lugar para se perder, onde o passado tem mais força que o futuro e o presente é um momento recheado de risos e poesias de Nicolas Guillen.

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