Para André Maurois, “o turista não chega a conhecer as pessoas. Ele julga um lugar pelas diversões que oferece”.
Para Art Buchwald, “viajar para a Europa cria um problema: ninguém quer ouvir você contar a respeito. Os parentes e amigos ficam mortos de inveja. Lamentam não apenas que você tenha ido à Europa, mas que tenha voltado vivo”.
Para Cesare Pavese, “viajar é uma coisa brutal. Perdemos o conforto do lar e dos amigos, somos forçados a confiar em estranhos. Estamos sempre fora de nosso equilíbrio”.
Para Colette, “viajar não é necessário, a não ser para as imaginações limitadas”.
Para Daniel Boorstin, “de todas as criaturas nocivas, a mais nociva é o turista”.
Para Homero, “não há coisa pior para os mortais do que uma vida nômade”.
Para Mark Twain, “uma família que voltou da Europa… Falam e falam, até que você fica cheio de suas experiências marítimas, dos nomes estrangeiros mal-pronunciados, das suas reminiscências sem importância”.
Para Maurice Scève, “viajar é o vão trabalho de ver vários países”.
Para Paul Nizan, “a viagem é uma seqüência de desaparecimentos inseparáveis”.
Para Ralph Waldo Emerson, “as pessoas vão para outro país porque não se sentem bem no seu próprio e voltam porque ninguém lhes dá atenção no lugar para onde foram. Só os fúteis viajam”.
Para Théophile Gautier, “a viagem é uma mestra que ensina lições amargas”.
Para William Hazlitt, “viajamos para nos livrar de nós mesmos, mais que para nos livrar dos outros”.
Para Vita Sackville-West, “viajar é um prazer privado. Não há ninguém mais chato do que o sujeito que fala sobre suas viagens. Não faço nenhuma questão de saber o que ele viu em Hong Kong”.
Segundo o slogan inglês da Segunda Guerra Mundial: “Pense: é a sua viagem realmente necessária?”.
Segundo a pichação do muro em Londres: “Almoço em Londres, jantar em Nova York – bagagem sabe lá onde”.

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