Guadalajara tem uma praça dedicada à deusa Minerva, cercada por jatos d’água e belos canteiros de rosas. Estar nessa cidade do México é reviver um passado de antigas civilizações. Os mariachis com seus violões, violas e violinos, enchem o ar com canções que falam de amor, um amor sôfrego, intenso, esparramado. As ruas bem traçadas fazem de Gadalajara um lugar para se guardar na memória. As tradições mexicanas têm proeminência: os trajes, os cantos, os instrumentos, e sobretudo as memórias. Para quem viaja, nada melhor que poder cultivar amizades. É bom ter amigos. E se estes vivem em Guadalajara, sempre será um convite para festas, jantares, audições musicais, feiras de livros, saraus. Cosmopolita, quanto maior parece ser enquanto metrópole em construção, mas esta cidade conserva os cheiros e aromas do México ancestral, os festejos dos povos indígenas preservados ao longo das gerações, a culinária que inclui os vários tamales, os desjejuns bem temperados. Tirar uma siesta em Guadalajara é se predispor a noites profundamente belas, lúdicas. Ela é um México dentro do México.

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