Pronunciar “Israel” é como dizer “receptividade” aos temas (e encantos) espirituais. Vejo-me tomando um Sherut de Tel-Aviv para Haifa. Meus pés pisam na terra firme que conduz ao Monte Carmelo. Passo por onde foi a cova de Elias. Abro os olhos o máximo que posso e logo os fecho. Tento, assim, quase que de forma infantil, abarcar todo o mundo de beleza que o Santuário do Báb, com sua cúpula dourada parecendo a coroa de uma rainha, evoca em meu espírito. Sei, contemplando aqueles roseirais, aqueles ciprestes quebrando a monotonia do céu azul, que Deus esteve pisando por lá. E que Deus deixa Suas pegadas no coração do que O visitam, no Carmelo.

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