Andar pelas ruas de Kathmandu liberta em minha alma o mistério de que o mundo é feito. É viagem mística pelo Nepal, em busca do tempo que Proust perdeu e dos personagens que René Barjavel deixou pelos caminhos da literatura. Se um dia chegar em Kathmandu, esse mistério e mística terão se evaporado com rapidez com que uma gota deixa de existir sob o sol de um meio-dia tropical. As pessoas de Kathmandu saem de casa vestidas de papel e tinta, tomam muitas formas em minha memória de adolescente. Há um segredo indevassável em cada uma.

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