Nas cercanias de Akká, que apropriadamente tem o nome de “Deleite” (Bahji), existe um amplo jardim no qual as flores bem poderiam ser regadas com lágrimas. Fica bem próximo a uma pequena sala de doze metros quadrados existente no coração do jardim persa. É indescritível a sensação de circular naqueles recintos. Tudo recende a sagrado. Até os pássaros cantando parecem fazê-lo de forma diferente, única, exuberante. Comparável a esse lugar, somente a cidade de Haifa. Nessa, destaca-se a silhueta de uma construção encimada por uma cúpula dourada, guarnecida por patamares e ciprestes, embalada por cantos de pássaros e águas deslizando em seus patamares, adornada com flores. Em lugares assim, as lágrimas alcançam estágios da mais elevada eloqüência.

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