Nova Déli é um convite sem cerimônias para refletir sobre a condição humana. Os sons de buzinas e o colorido freético das ruas são flagrados em meu scooter (carro com três rodas) pela Jam Path Road. Nessa cidade, encontro todas as contradições que pode abrigar o espírito humano. Em Nova Déli, o sentimento de comunhão, de conexão com o divino, parece-me tão presente que chega a ser algo quase palpável. As luzes coloridas do Forte Vermelho, a música exótica aos ouvidos ocidentais, a profusão de cores nas roupas, os rostos, nas habitações, e ainda essa insustentável sensação de existir parecem feitas sob medida para alguém que pergunta a um Deus receptivo: por quê?

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