Quando no Louvre, em 1983, estive face a face com a Mona Lisa de Da Vinci, estava por demais exausto pelos longos quilômetros de corredores e galerias e pelo excesso de gente seguindo para literalmente todas as direções possíveis. Aborrecido, fiquei uns cinco minutos e não mais retornei. Lembro de ter ouvido em Paris uma piada de um casal de brasileiros vendo a Mona Lisa no Louvre: “Ele: – É uma tela muito pequena, não devíamos ter viajado tanto para chegar aqui, aquela que temos em casa é maior e muito mais bonita. Ela: – Concordo! Inclusive nossa moldura dourada é muito superior!” Me deleitei mesmo foi com a Vênus de Milo, com a Pedra de Roseta e com a majestade adormecida dos sarcófagos. Somente em 1988 fui seduzido pelo sorriso da Mona Lisa.

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