Para André Suares, “uma bela viagem é uma obra de arte”.
Para Blaise Pascal, “não viajamos só pelo prazer de ver, mas pelo prazer de contar”.
Para Descartes, “viajar é conversar com os séculos”.
Para E. M. Forster, “as estações ferroviárias são a porta para o glorioso e desconhecido. Através delas, mergulhamos na aventura. Através delas – infelizmente – voltamos”.
Para Edna St. Vincent Milay, “não há trem que eu não tomaria. Não importa o lugar para onde vai”.
Para Fernando Pessoa, “Viajar! Perder países!/ Ser outro constantemente,/ Por alma não ter raízes/ De viver de ver somente!/ Não pertencer nem a mim! Ir em frente, ir a seguir!/ A ausência de ter um fim,/ E da ânsia de o conseguir!”.
Para George Santayana, “só o caráter e a tradição moral dão ao viajante um ponto de referência para o que ele está observando”.
Para José Enrique Rodo, “viajar expande a nossa capacidade de simpatia, redimindo-nos da reclusão e da modorra dos limites da nossa personalidade”.
Para Lawrence Durrell, “a viagem pode ser uma das mais compensadoras formas de introspecção”.
Para Santo Agostinho, “o mundo é um livro. Quem não viaja, só lê uma página”.
Para Robert Louis Stevenson, “não viajo para chegar a algum lugar. Viajo para viajar”.
Para Samuel Johnson, “viajar faz com que a realidade regule a imaginação”.
Segundo o provérbio latino: “Navigare necesse est, vivere non est necesse (Navegar é preciso, viver não é preciso”.
Para William Shakespeare, “em casa eu estava melhor; mas viajantes não devem se queixar”.
Para a administração do aeroporto de Heathrow, segundo o outdoor: “as melhores coisas da vida são Duty Free”.

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado