A Nova Ordem Mundial emergente anuncia um mundo sem fronteiras entre as nações e entre as almas, um mundo só unificando toda a humanidade sob os mesmos direitos e os mesmos ideais. Essa é a utopia do terceiro milênio, que Washington Araújo vem orquestrar com toda a força de sua generosidade nos diversos ensaios e artigos enfeixados em seu livro. Velhos e caducos paradigmas, como o da liderança individual, a superioridade racial, o nacionalismo… serão substituídos em breve, segundo argumenta Washington Araújo, por novos padrões tais como o serviço inegoístico, a unidade racial, a unidade do gênero humano…

Gilberto Mello Kujawski, Escritor


Penso que neste conturbado final, pós moderno, do segundo milênio da chamada era cristã e no limiar de novos tempos, cujo véu é difícil levantar, se impõe lançar perguntas, fazer interrogações, questionar, menos pela certeza das respostas, mais pela necessidade da procura. Nova Ordem Mundial, Novos Paradígmas ultrapassa estes limites, avança, confiante na unidade e na fraternidade, apontando caminhos. Realiza, assim, valiosamente, o objetivo do autor: acalentar a esperança na construção de um mundo novo.

Marcello Lavenére Machado, Jurista


Neste novo livro Washington Araújo, qual antena sensível e onidirecional vasculha avidamente a crise atual da humanidade.
E o faz se com-padecendo, isto é, padecendo junto as “dores do parto” de uma nova época.
Longe da distorção ótica da mosca a ver somente sujeira e do urubu a ver somente carniça, realmente agora predominantes, o jovem humanista se enternece com a presença das flores, às quais só as abelhas são sensíveis.
Washington denuncia com objetividade. Mas, com amor e lucidez, propõe soluções, aquelas inspiradas por seu Mestre, o Avatar Bahá’u’lláh. Como inteligente e hábil patologista, diagnostica com precisão a morbidez social de agora, mas, como terapeuta competente e devotado, prescreve o tratamento, e, indo além, prognostica uma auspiciosa NOVA ORDEM MUNDIAL, na qual reinarão a verdade, a retidão, a paz, o amor e a não-violência.
Obrigado Washington.
Parabéns leitor.

J. Hermógenes, Escritor, Editor da Coleção Libertação Humana – Editora Record, Membro da International Society of Researchers-Índia


O livro de Washington Araújo é assim: uma sucessão de artigos que nos induz à meditação, que fala diretamente ao coração. Não foi criado para ser analisado, mas, para ser sentido! Rasga véus descortinando sempre uma forma amorosa de viver. Vai estabelecendo um elo de ligação entre os seres que ansiando por uma Nova Ordem Mundial, encontram-se isolados, sentindo-se muitas vezes sozinhos e, portanto, mais fragilizados. Entre outros, talvez seja este o sentido mais profundo do seu livro: o de unir no mesmo sentimento de fraternidade universal, os que pensam estar sozinhos!
Os temas abordados não se sobrepujam entre si. De um passado de quinhentos anos de sofrimento do Ameríndio à projeção de uma Nova Ordem Mundial, seu livro, profundamente humano, exaltando os valores maiores do espírito, contribui significativamente para a ampliação da grande família da fraternidade universal.
Sydney Possuelo, Indigenista
Como é bom poder apresentar ao leitor um livro de artigos e crônicas ao mesmo tempo comovente e atual. Especialmente quando a forma e o conteúdo nos deliciam. É assim esta mais recente obra do escritor, pensador e brilhante orador, Washington Araújo. Quanto a forma: é simples, direta, às vezes terna, outras contundente – mas, sempre gostosa de se ler.
Quanto ao conteúdo: temas atuais, importantes, quase vitais do dia a dia do Brasil e do mundo, mas ao mesmo tempo mostrando uma nova e original visão. A grande maioria recebeu espaços nos principais jornais brasileiros, de Natal ao Rio de Janeiro. Mas, para quem perdeu a oportunidade de apreciar através imprensa, aí vai em forma de livro.
A sua leitura nos prende. Faz-nos pensar, toca nossos preconceitos mais arraigados e nos convida a novas e fundamentais reflexões.
E, como não se comover com o seu artigo “Sou Cidadão de que País?” Ou com a ternura que nos sacode e envergonha de “O Afeto que se enterra”? E, também, como deixar de se emocionar com o autor quando ele nos fala dos índios, a quem ele tão bem conhece e ama?
Em todos os textos vemos irromper uma nova voz. Voz que se levanta para nos mostrar a realidade, mas que também nos convida a refletir sobre a condição humana. Mas não pára aí. Nos mostra uma nova luz. Uma nova esperança. Fala de uma Nova Ordem Mundial emergente. Garante que não seremos submersos no mar da incerteza e do pessimismo.
E nos desafia a novas alturas de realizações para o bem e o serviço à inteira raça humana.
E é este o trabalho de Washington Araújo.
Trabalho incansável, incessante para tornar realidade a visão de Bahá’u’lláh – a unificação de todo o gênero humano, a eliminação das fronteiras, não apenas entre as nações e raças, mas entre as almas humanas.
Este grande legado de Bahá’u’lláh, hoje sendo redescoberto e objeto de estudo por intelectuais e pensadores, é a inspiração das abordagens de Washington Araújo.
E ele o faz com primor, com arte, com convicção, com beleza, mas sempre com uma inabalável fé na Dimensão grandiosa do ser humano.

Farhad Shayani, Presidente da Associação Brasileira de Médicos pela Paz

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Observatório da Imprensa
  • Vale

ESPAÇO PUBLICITÁRIO

  • Carta Maior
  • Meu Advogado