Capa do Livro Diálogo entre Civilizações

O Século XXI deverá, certamente, ser o século da integração e da solidariedade. Em vinte séculos de história, a humanidade como um todo pôde constatar que a ausência de uma compreensão adequada da natureza humana, que é essencialmente cooperativa e fundamentalmente solidária, levou a intermináveis conflitos e guerras fratricidas, que foram se avolumando no leito da História como tragédias que poderiam ter sido evitadas.

Toda a energia nelas despendidas poderiam ter sido canalizadas para a criação de um meio ambiente sustentável, de uma cultura planetária sólida na qual o que infelicita a parte infelicita o todo. E na qual a diversidade racial e étnica, a diversidade social e cultural e a diversidade de crenças e de filosofias, antes de serem vistas como barreiras e obstáculos ao estabelecimento de um mundo possível, seriam vistas como características distintivas do apreço e do valor que cada indivíduo e cada nação podem dotar à história, a sua história universal.

A interdependência entre os povos e nações do planeta é já uma constatação por demais eloqüente para ser novamente enfatizada. O que ocorre em um subúrbio de Xangai é tão importante quanto o que, no mesmo momento, está ocorrendo nas proximidades do Quartier Latin, no coração de Paris. As fronteiras foram encolhidas pela multiplicidade de infovias conectando corações e mentes e anunciando uma nova estação do poder humano: a unidade do gênero humano é não apenas possível, como também, inevitável.

As idéias centrais acima apresentadas são facilmente identificadas em uma leitura rápida sobre os ensinamentos e princípios defendidos por sete milhões de bahá’ís, residindo em praticamente todos os países e territórios independentes do mundo.

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