Capa do Livro Shoghi Effendi - Um tributo

Escreveu Rúhíyyih Khánum, referindo-se a Shoghi Ef­fendi, que “ele tinha uma voz indescritível e cheia, nem muito aguda nem muito baixa, clara, de um ritmo muito bonito ao falar, seja em inglês ou em persa, e se tornava ainda mais bela quando entoava em árabe ou em persa. Para mim sempre tinha aquele tom de lamento de uma pomba solitária que arrulha sobre o ramo de uma árvore. Era estranha a diferença de sua voz quando, após ter estado no Santuário do Báb, entrava no Santuário do Mestre e recitava ali, aquela oração de ‘Abdu’l-Bahá: “Humilde e em lágrimas, levanto minhas mãos suplicantes…” Sentiam-se então na voz do Guardião uma ternura e uma ânsia que não se podiam ouvir em nenhum outro lugar, esta diferença nunca deixava de existir, nunca mudava e sempre era perceptível.”

Ele era, basicamente, uma pessoa de coração muito terno e quando estava em paz consigo mesmo, expressava esta bondade e ternura inatas não só para aqueles próximos de si, mas também aos crentes, de diversas maneiras.

A força do Convênio tomou de empréstimo sua jovem vida, modificando profundamente o seu destino. Rúhíyyih Khánum recorda-se de tê-Io ouvido dizer várias vezes: “Quando leram para mim o Testamento do Mestre, deixei de ser uma pessoa normal.”

O fato de Shoghi Effendi ser muito severo em todos os assuntos relacionados com a proteção da Fé não significava dizer que ele não podia mostrar-se também suave e bondoso.

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