Nasci em 1959. Nem Brasília estava pronta, nem imaginávamos o sucesso que teria a Bossa Nova com João Gilberto, Tom Jobim e Nara Leão. A tropicália ainda era esboçada pelos jovens baianos. O Brasil estava na era de progredir 50 anos em 5, slogan de JK. Meus pais, como nordestinos estilo progressista, se envolviam na formação de Ligas Camponesas e Paulo Freire escolhera Angicos, pequena cidade do interior norte-rio-grandense para implantar seu novo mé-todo de alfabetização de adultos.

Infância no interior do Paraná. Motivos políticos que eclodiriam em março de 1964 levaram minha família para o sul do país. Após 6 anos, retornavamos a Natal. Vidinha pacata de estudante em Macau e Assu. Científico e curso técnico inconcluso em Natal. Paixão pela literatura universal: Twain, J. Fenimore Cooper, Dickens, Dumas. Eram a tais leituras obrigatórias. Michel Quoist com o diário de Dany era um incentivo direto a exercitar a escrita. Saint-Exupéry começa a exercer seu fascínio: “só há um luxo verdadeiro, o das relações humanas.”

A minha geração aprendera a ter na música sua válvula de escape. As letras de um Lennon, Dylan ou Joe Cocker tinham tanta importância enquanto filosofia de vida quanto os evangelhos de Lucas ou Mateus. No Brasil ainda tínhamos a filosofia rebelde de uma Rita Lee e de um certo Raul Seixas. Gita e Ovelha Negra simbolizavam meados dos anos 70.

Nessa idade é comum que questões existenciais nos ocupassem a mente e deixassem, muitas vezes perplexo, o coração. A violência nas cidades, as vítimas da tortura, os movimentos estudantís reprimidos nos tornavam por assim dizer uma geração da penumbra. Nem dia, nem noite. Longos anos de penumbra que nos arrebatavam parte de uma juventude-promessa. A fome que como epidemia grassava na África, os conflitos armados no oriente médio, a escalada da guerra fria e o crescimento dos países que compunham o terceiro mundo nos levava a perguntar se Deus, por acaso não havia nos esquecido: Por que lidar com esse povo?

Aos vinte anos somos muito solidários, sensíveis à dor dos outros e nesse caso pouco importava se o próximo sofria em Biafra, na Argélia ou no Camboja. Queríamos apenas ser contra este estado de coisas. Raciocinávamos que não eramos culpados por esse caótico estado de coisas. Recebemos de herança um mundo em acelerado processo de desintegração moral, político e social. Uma herança pesada. Indesejável. A alienação parecia uma alternativa pouco convincente. Os cursos superiores eram moldados de forma a não termos o espírito de corpo. Tudo ameaçava o stablishment. Um universitário ingressava na universidade dos créditos, pagando matérias em diversas turmas. Não mais existiria “a minha turma de faculdade”. O melhor estava reproduzido no jingle de um jeans: “liberdade é uma calça velha, azul e desbotada”.

E então eis que o espírito da contracultura, inconformismo, pegava minha geração, assim desprevenida. As barricadas dos estudantes parisienses em 1968 ainda podiam ser ouvidos no Brasil e o refrão de Geraldo Vandré “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, embora proibido, forneciam o combustível cumplice das mudanças. Algo que sucedesse o naufrágio da juventude passada de “Hair” e da ingênua saudação de “Paz e Amor”. O Cinema Novo liderado por Glauber Rocha corria mundo. No Brasil espaço lhe era negado. No entanto “Terra em Transe” encantava a terra de Jean-Luc Godard.

Vivíamos o sonho de ter uma casa no campo, onde os livros e os amigos pudessem ser plantados, a esperança usasse óculos e “onde pudesse colher com amor a pimenta e o sal”. Frases soltas ao vento dos anos 70 que bem diziam de nosso espírito na época.

Aos 16 anos estava impressionado pela perspectiva de um mundo unido e pelas possibilidades que uma frase entesourava: “a Terra éum só país e os seres humanos seus cidadãos”. Sedento por algo que tivesse o gosto de eternidade e que me fizesse teorizar com pés práticos, anseiava por uma Causa a qual pudesse dedicar toda a minha vida, algo assim sem reservas, ilimitadamente. Sentia-me como representante de uma geração indecisa de seu papel no mundo. Como iríamos movê-lo para um novo patamar de progresso e realizações? Uma coisa era certa. Estavamos prontos para revitalizá-lo, para transpor os belos ideais em ações concretas que objetivassem o bem comum, acima de meras questões individuais.

Com nostalgia recordo as tardes dos anos 70, envolvido em leituras de Herman Hesse (Sidarta/Demian), Marcuse (Eros e Civilização), Nietsche (Assim Falou Zaratrusta) ou em ver nas telas pela décima vez “2001 Uma Odisséia no Espaço”. Vejo que tudo contribuía para um redirecionamento de minha sede interior, de busca do trans-cendente. “Os Setes Vales” e “As Palavras Ocultas”, ambos de Bahá’u’lláh (1817-1892) eram ingeridos como remédio sem contra indicações por meu espírito anelante. Em meio a esta nova dimensão em que adentrava pairava a proposta global da Unidade do Genêro Humano, o novo estágio para o qual o mundo deveria conduzir seus esforços, uma vez que “todos os horizontes do mundo se encontram iluminados pela luz da unidade”.

Assim aconteceu que eu me tornasse escritor de artigos para jornais, conferencista em tantos auditórios do Brasil e do exterior, defensor de negros, índios, meninos de ruas e outros grupamentos vítimas de opressão e discriminação. Em janeiro de 1985 encontro minha outra metade nas Minas Gerais, Ceres e dessa união nascem três maravilhosos rebentos: Thomas (1986), Jordana (1988), Anísa (1989) e Lara (1998). Quatro nomes que evocam a unidade do mundo: um inglês, um israelense, um árabe e outro… russo. O amor à humanidade me levara a países como Índia, Israel, Egito e diversos países europeus, e americanos do sul e do norte. Em 1991 escreveria um livro-tributo aos sobreviventes indígenas na América. Rapidamente esgotado no Brasil após uma bonita carreira que incluíra seu lançamento na Academia Brasileira de Letras e na ECO-92, agora se encontra em segunda edição na Espanha. E penso que surgirão outras incursões nessa área.

Tenho uma crença inabalável no destino glorioso da raça humana. Sou um cidadão do mundo. Em construção.

WASHINGTON LUÍS ANDRADE DE ARAÚJO

47 anos, brasileiro, casado
Email: wlaraujo9@gmail.com

Site: http://www.cidadaodomundo.org

Twitter: http://twitter.com/wlaraujo

FORMAÇÃO ACADÊMICA
  • Graduação em Comunicação Social – Jornalismo (UniCEUB)
  • Mestre em Comunicação Social (Cinema) pela Universidade de Brasília
  • Professor do Curso de Pós-Graduação do UniCEUB – Brasília
  • Professor de Cursos de Extensão na Unilegis – Brasília
ATIVIDADES PROFISSIONAIS NO JORNALISMO

Faz comentários diariamente o Programa “Questão de Direito” abordando temas como ética, cidadania, direitos humanos nas rádios, desde 2004:

  • Nacional FM e AM de Brasília
  • Nacional FM e AM do Rio de Janeiro
  • Nacional do Brasil – AM – transmitido para os países de língua portuguesa na África
  • Nacional AM da Amazônia
  • Rádio MEC do Rio de Janeiro

Faz comentários diariamente Programa “Cidadão do Futuro” abordando temas da criança e do adolescente, desde 2004:

  • Rádio Câmara – Brasília

Escreve regularmente para jornais de diversos estados brasileiros, e semanalmente no Jornal do Brasil, Rio.
Escreve semanalmente para os seguintes sites noticiosos na Internet:

É consultor da ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância (www.andi.org.br ).

LIVROS PUBLICADOS NO BRASIL
  • Estamos Desaparecendo da Terra: a questão indígena nas Américas (Editora Bahai, São Paulo, 1991)
  • Nova Ordem Mundial, novos paradigmas (Editora Planeta Paz, São Paulo, 1994)
  • Shoghi Effendi, um tributo (Editora Bahai, São Paulo, 1994)
  • Introdução ao Pensamento de Bahá’u’lláh (Editora Planeta Paz, 1995)
  • Cuba: Cantando em Lágrima Viva (Thesaurus Editora, 1996)
  • El Olvido esta lleno de memoria: a questão indígena no México (Guadalajara Editorial, 1997)
  • Despertar dos anjos, O (1ª ed: Planeta Paz, 1995 – 2ª ed: Letraviva, 1999)
  • Viajar é Preciso – confidências de um viajante sem fronteiras (Letraviva, 2001)
  • Macabéa vai ao Cinema – A longa travessia da linguagem literária para a cinematográfica de A Hora da Estrela, de Clarice Lispector/Suzana Amaral (Ed. Musa das Letras, 2008)

É coautor de uma dezena de livros sobre direitos humanos, refugiados, meninos de rua, migrantes, indígenas, afrodescendentes.

Currículo na plataforma Lattes do CNPq: http://lattes.cnpq.br/9835689725548953

LIVROS PUBLICADOS NO EXTERIOR

MÉXICO (4),ARGENTINA (2), ESPANHA (1), ITÁLIA (1)

  • El Despertar de los Angeles (E.B.I.L.A – Buenos Aires, Argentina)

* Este livro encontra-se também traduzido para o inglês e o alemão

  • Shoghi Effendi, Un Tributo (E.B.I.L.A – Buenos Aires, Argentina)
  • Estamos Desapareciendo de la Tierra – Una Visión sobre el destino de los pueblos indígenas (Editorial Bahá’i, Madri, España – 2a. Edición)
  • Nuevo Orden Mundial, Nuevos Paradigmas (Editorial de Guadalajara, México)
  • El Olvido está lleno de Memoria (Editorial Ciudad de México, México)
  • Cuba, cantando a lagrima viva (Editorial Ciudad de México, México)
  • Introducción al Pensamiento de Bahá’u’lláh (Editorial Ciudad de México, México)
LIVROS PUBLICADOS NO BRASIL EM CO-AUTORIA
  • Direitos Humanos – Conquistas e Desafios (Com Adolfo Peres Esquivel, Leonardo Boff e outros. Letraviva, 1998)
  • Quem Está Escrevendo o Futuro? (Com Frei Betto, Moacyr Scliar, fotos Sebastião Salgado e outros, Letraviva, 1999)
  • Migrante Cidadão (Com Johan Konigs, Hélio Bicudo, Paulo Suess e outros. Ed. Loyola, 2001)
  • Liderança em Tempo de Transformação (Com Roberto Crema. Letraviva, 2001)
  • Diálogo entre Civilizações (Com Lia Diskin, Alex Polari – Edições Unesco. 2002)
  • Refugiados: Realidade de Perspectivas (Com Hélio Bicudo, Christian Koch e outros. Ministério da Justiça. 2004)
  • A Paz como Caminho (Com Kofi Anan, Adolfo Pérez Esquivel, Fritjof Capra, Erwin Lazslo, Leonardo Boff – QualityMarket, 2006 )
LIVROS NO PRELO
  • Desafios da globalização
  • Questão de Direito – A cidadania em foco
VÍDEOS – DOCUMENTÁRIOS
  • Que mistérios tem Clarice?

Documentário sobre Clarice Lispector, 2003, 19min

  • Brasileiro, profissão servir

Documentário sobre a vida de Sérgio Resende Couto, 2004, 58min

  • Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Documentário sobre oi Disque Denúncia Nacional, 2006, 27min

ASSOCIAÇÃO A INSTITUIÇÕES
  • Membro da Academia de Letras do Distrito Federal – Brasília/DF – desde 1996
  • Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo/SP – desde 1996
  • Membro do Conselho de Administração da Escola das Nações (School of Nations), Brasília, DF – desde 2003
  • Ombudsman da Dhnet – Rede Direitos Humanos & Cultura – desde 1995
  • Presidente do Júri do Prêmio Cidadania Mundial – Brasília, DF – desde 1994
  • Membro do Júri do Prêmio Nacional de Direitos Humanos – SEDH – Presidência da República – Brasília, DF, desde 2005
  • Membro da União Brasileira de Escritores/UBE – São Paulo/SP – desde 1994
  • Membro da Comissão de Direitos Humanos do GDF Brasília/DF – desde 1995
  • Diretor do Instituto Histórico e Geográfico do Rio G.Norte/IHGRN – desde 1993
  • Diretor do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal – desde 1998
  • Editor da Revista META – Unipaz, Brasília, DF – 2000/2001
  • Membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia – desde 2007
PRINCIPAIS CONFERÊNCIAS REALIZADAS NO BRASIL
  • Tema: América 500 Anos: História do Genocídio dos Povos Indígenas
    Local: Conferência Mundial de Meio-Ambiente e Desenvolvimento/ECO 92/Rio
  • Tema: Estamos Desaparecendo da Terra – O Extermínio dos Índios no Brasil
    Local: Academia Brasileira de Letras/Rio
  • Tema: Uma Nova Ordem Econômica
    Local: Fundação Getúlio Vargas/Rio
  • Tema: Educação para os Direitos Humanos: Onde ficam os jovens?
    Local: Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Uberlândia, MG
  • Tema: Educação para os Direitos Humanos
    Local: Centro Universitário do CEUB, Uniceub, Brasília, DF
  • Tema: A Mensagem da Unidade do Gênero Humano
    Local: Universidade de Brasília UnB/Brasília
  • Tema: Ética x Razão: um conflito?
    Local: Universidade Santa Ursula/Rio
  • Tema: Direitos Humanos no Século XXI
    Local: Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO
  • Tema: O poder das marcas na publicidade institucional
    Local: Universidade Regional de  Blumenau – SC – FURB
  • Tema: Educação para os Direitos Humanos
    Local: Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Uberlândia, MG
  • Tema: Restituir a Dignidade Usurpada – A Questão Indígena
    Local: Universidade Federal de Santa Catarina-UFCS-Florianópolis/SC
  • Tema: Unificação Econômica Internacional: o próximo desafio
    Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN/RN
  • Tema: Os desafios da globalização
    Local: Espaço Cultural, Câmara Federal, Brasília
  • Tema: Direito Humano à Comunicação: Um Mundo, Muitas Vozes
    Local: Câmara dos Deputados, Congresso Nacional, Brasília, DF
  • Tema: Mulher: a maior revolução do século XX
    Local: Espaço Cultural, Câmara Federal, Brasília
  • Tema: Ética, a arca de Noé do Século XXI
    Local: Ordem dos Advogados do Brasil, Goiânia, GO
  • Tema: A evolução dos Direitos Humanos e os desafios da Cidadania
    Local: Ordem dos Advogados do Brasil, Goiânia, GO
  • Tema: Estatuto dos Meninos de Rua
    Local: Ordem dos Advogados do Brasil/RN
  • Tema: Direitos Humanos no Irã
    Local: Ordem dos Advogados do Brasil(MG)
  • Tema: Ética: Fonte da Autoridade Moral
    Local: Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra/ADESG
  • Tema: Nova Ordem Mundial, Novos Paradigmas
    Local: Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra/ADESG
  • Tema: Ética, Cidadania e Direitos Humanos
    Local: Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra/ADESG
  • Tema: Chamado às Nações – O Livro de Shoghi Effendi
    Local: Jornal O Globo/Rio
  • Tema: Unidade Mundial: Se não hoje, quando?
    Local: Centro de Convenções do Hotel Glória/Rio
  • Tema: Saint-Exupéry e a Unidade Mundial
    Local: Conselho Estadual de Cultura/RN
  • Tema: O Destino dos Povos Indígenas nas Américas
    Local: Instituto Histórico e Geográfico do RGN/RN
  • Tema: A Unidade Mundial em perspectiva
    Local: Instituto Histórico e Geográfico do Mato Grosso IHGMT/MT
  • Tema: Os Setes Vales: O Caminho Místico de todos os tempos
    Local: Associação Brasileira de Professores/Rio
  • Tema: Misticismo na atualidade
    Local: Sociedade Teosófica/Brasília
  • Tema: A Violação dos Direitos Humanos no Irã
    Local: Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro ALERJ/Rio
  • Tema: Povos Indígenas: resgatando seu destino
    Local: Centro de Convenções /Aracaju/SE
  • Tema: Que seja esta geração!
    Local: Centro de Convenções da Bahia/Salvador/BA
  • Tema: Estamos Desaparecendo da Terra: O Resgate Indígena
    Local: Civilização Brasíleira/Salvador/BA
  • Tema: 500 anos da América na Ótica Indígena
    Local: Centro de Convenções do Hotel Tambaú/João Pessoa/PB
  • Tema: O Despertar dos Anjos
    Local: Conferência Nacional para Uma Nova Consciência/Campina Grande/PB
  • Tema: Desafios para o estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial
    Local: Casa de Cultura de Araguari, Araguari, MG
  • Tema: A contribuição da Bahia à Literatura Brasileira e o Papel do Intelectual
    Local: Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Salvador, BA
  • Tema: a Mídia e a cobertura sobre os temas da infância e da adolescência no Brasil
    Local: Universidade Centro Educacional de Brasília – UniCEUB – Brasília, DF
PRINCIPAIS CONFERÊNCIAS REALIZADAS NO EXTERIOR

Alemanha

  • 46a. Feira Internacional do Livro, Frankfurt am-Main
  • Literaturhaus, Frankfurt-am-Main

Cuba

  • VII Feira Internacional do Livro, Havana

Espanha e País Basco

  • Universidad de Economia, Madri
  • Universidade de Antropologia, Madri
  • Universidad de História, Bilbao
  • Universidad de História, Zaragosa
  • Universidade de Sociologia, Alicante
  • Faculdade de Antropologia, Barcelona
  • Faculdade de Línguas, Barcelona
  • Fundación Cultural Ibero-Americano, Alicante
  • Fundación Cultural El Marchador, Palma de Mallorca

Portugal

  • Universidade de Braga
  • Centro Nacional Bahá’í, Lisboa

Suíça

  • Landegg Academy, Roshahr

México

  • IX Feria Internacional del Libro, Guadalajara, México
  • X Feria Internacional del Libro, Guadalajara, México
  • Universidade Autonôma de Mexico (UNAM), Ciudad de México
  • Universidad Iteso de Guadalajara, Guadalajara, México
  • Club de los Industriales, Guadalajara, México
  • Confederación Revolucionária Obrera y Campesina, Guadalajara, México

Itália

  • Centro di Educazzione Integralli di Acuto
  • Centro Bahá’í di Peruggia
  • Centro Bahá’í di Firenze
ENSAIOS, ARTIGOS E CRÔNICAS PUBLICADAS EM JORNAIS
  • A Crítica/Manaus/AM
  • A Gazeta/Vitória/ES
  • A Tarde/Salvador/BA
  • Correio Braziliense/Brasília/DF
  • Diário da Borborema/Campina Grande/PB
  • Diário de Natal/Natal/RN
  • Diário do Mato Grosso/Cuiabá/MT
  • Estado de Santa Catarina/Florianópolis/SC
  • Gazeta Mercantil/Brasília/DF
  • Jornal de Brasília/Brasília/DF
  • Jornal de Natal/Natal/RN
  • Jornal do Brasil/Rio/R
  • O Dia/Teresina/PI
  • O Estado do Paraná/Curitiba/PR
  • O Globo/Rio/RJ
  • O Norte/João Pessoa/PB
  • O Parlamento/Brasília/DF
  • O Povo/Fortaleza/CE
  • O São Paulo/São Paulo/SP
  • Revista do Instituto Histórico e Geográfico do RGN/Natal/RN
  • Revista Nacional/Rio/RJ
  • Tribuna do Norte/Natal/RN
  • Véspera/AGEN/São Paulo/SP
RECONHECIMENTO PÚBLICO
  • Mérito Luís da Câmara Cascudo concedido pela Academia Norte-Rio-Grandense de Letras – ANL/Natal/RN
  • Prêmio de Direitos Humanos Emanuel Bezerra dos Santos concedido pelo Centro de Direitos Humanos e Memória Popular – CDHMP, Natal, RN

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  • Observatório da Imprensa
  • Vale

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  • Carta Maior
  • Meu Advogado