Não é de hoje que me pergunto sobre o jornalismo enquanto ideal de vida. Ora, existem milhares de ofícios humanos, milhares de profissões. Exercer a cidadania pressupõe a existência da mesma, portanto, nem sempre é factível a qualquer um. Mas leia mais.
FIM DOS JORNAIS?
O valor da informação
O que se pede de informação hoje? Antes de tudo, que seja confiável. Muita informação que recebemos não é confiável e às vezes, inclusive, falsa. E não é confiável por razões como a de buscar influir no processo político de uma cidade, de um ente federado ou do país; favorecer interesses comerciais que lhe garantam patrocínio, publicidade e outros ganhos financeiros. Uma informação não confiável é, geralmente, filha dileta de um ato de manipulação voluntária quando não apenas fruto de má intenção mesmo. ...
REFLEXÃO
O Rei Mídia
Como sabemos, o Rei Mídia deriva seu poder de tudo o que é mundano – da política à economia, da cultura aos esportes – e seu poder é um que não aceita divergência muito menos pluralidade de pensamento, diversidade de leia mais.
A gente faz que não é com a gente que o menino na rua está falando. Isso porque pressentimos que ele vai fazer algo para mexer com nossa sensibilidade. E por isso é melhor dizer logo não. E ao dizer leia mais.
E pensar que o noticiário dos jornais diários mudou completamente em 30 dias! As grandes apostas dos diários em 22/10/2010 eram feitas em cima do caso da bolinha de papel que havia “quicado” na calva de José Serra. O SBT leia mais.
Um dos meus quatro ou cinco leitores do blog envia simpática mensagem perguntando o que penso das eleições de 5 de outubro próximo. Vou direto ao ponto: não tenho nenhum vínculo, por mais tênue que seja, com a política partidária. leia mais.















