Como parte das consultas que as Nações Unidas estão realizando desde fevereiro em todo o Brasil para saber qual a prioridade da população para melhorar o País e o mundo, a Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil está convidando  leia mais.

Moderação, justiça e serviço ao bem comum como elementos essencial para a prosperidade global A sede do Viva Rio recebeu na manhã de hoje (21) três palestrantes para abordar sobre  os desafios atuais para uma ruptura de paradigmas rumo ao  leia mais.

A Rio+20 nem começou e já parece entrar em clima de fim de festa. É o que se depreende da cobertura midiática dos últimos dias. A ênfase foi deslocada para os ausentes, pesos-pesados da economia mundial, que alegaram razões protocolares  leia mais.

JORDANA ARAÚJO NA RIO+20

Marcha em Ipanema reúne ativistas em defesa dos direitos humanos no Irã

Na manhã do último domingo, 17 de junho, uma marcha de cerca de 1000 pessoas percorreu a Av. Atlântica no Rio de Janeiro, entre os postos 8 e 9  da Praia de Ipanema, como parte das atividades da Cúpula dos  leia mais.

A ideia de que se confiarmos uns nos outros, tanto no plano individual como institucional, e reconhecermos que seremos cuidados pelo todo e que também somos responsáveis por cuidar do bem-estar do todo muda o enfoque das relações de poder que hoje restringem a participação de uma diversidade de pessoas que podem solucionar os extremos de desigualdade. LEIA MAIS

JORNALISMO VERDE

Muitas pautas a cumprir

Na verdade, o reconhecimento da necessidade de editorias para o meio ambiente só veio a ocorrer na virada da década de 1960 para 1970, o período em que a degradação ambiental passou a frequentar com regularidade os meios noticiosos. E o Brasil ocupa lugar central nas discussões sobre meio ambiente: temos as maiores florestas tropicais e o maior volume de água doce do planeta, extensa (e ainda não devidamente catalogada) fauna e flora, além da sempre destacada vastidão territorial.

RIO + 20

Campo fértil para o jornalismo verde

O próprio nome – economia verde – apresenta-se como o complemento mais apropriado de algo apto a amadurecer e crescer. Isto significa que, ao menos em tese, todos parecem convencidos de que conciliar desenvolvimento e preservação vem se revelando a única alternativa possível para melhorar a qualidade de vida de todos. Sem exclusão e sem fronteiras, porque tudo está no mundo, no planeta e, a priori, não existe ninguém fora do planeta. O que fazemos aqui repercute aqui mesmo na forma de nossa qualidade de vida e nos meios que assegurem nossa sobrevivência. Simples assim.

Hipocrisia ainda é um termo muito polido e educado como retrato das condições atuais do planeta. Por exemplo: o PNUMA, com sede em Nairóbi, no Quênia, responsável pelos programas de meio ambiente da ONU, tem um orçamento em torno de  leia mais.

Rio+20

A falta que faz a fagulha da consciência humana

A proximidade da Rio+20 enseja um novo momentum para a humanidade. É quando, ao menos oficialmente, os mais importantes tópicos que visam a sobrevivência da nossa espécie retornam à “ordem do dia”, tomam vida e voltam a respirar dentro da agenda mundial.

Rio+20

Um evento à espera de reportagens

Grandes eventos, como a Rio+20, tendem a fazer mais espuma que produzir sal. É que os participantes a eles acorrem como espantalhos ansiosos por chacoalhar seus muitos desejos de “isso e aquilo”, sempre levados pela premissa de que se o mundo não acabou ainda, não se preocupem, pois não faltará oportunidade. O mundo mudou muito de 1992 para 2012, e só não percebe quem não deseja perceber – seja porque lhe retira bandeiras históricas de reivindicações, seja porque é arriscado sair de sua zona de conforto mental. Lidamos tanto com os nossos problemas que até já somos amigos deles, e mais: não podemos levar uma vida normal sem tê-los ao alcance de nossos pensamentos e de nossas mãos.

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